Raquel é amor, sem tirar nem pôr.
É um poço de ternura, generosidade e delicadeza na arte subtil de levar a vida a sorrir. Raquel é um ato de coragem, um grito do Ipiranga, um abraço apertado.
Estar com ela é estar em paz. Encontrá-la é um privilégio.
Raquel é frágil e forte. É menina e é mulher.
Tem preservança e poder, um poder cativante silencioso que nos contagia em gestos leves, simples e eficazes.
Raquel move e comove. Não empresta, dá. Não promete, cumpre. É um exemplo de superação e inspiração. De olhar curioso, cúmplice e confidente nunca desilude, nunca falta, nunca falha. Raquel é transparente, inocente e profunda. Partilha bondade, tranquilidade e verdade.
É fácil gostar de Raquel. Tem ciúme, tem personalidade, tem paciência. É sensível, vaidosa e atenta. Cheira a Brasil e a tapioca, soa a Björk.
Descobrir Raquel é desafiar as regras da sensatez, é crescer com ela, em sabedoria e em graça, é rir e chorar com ela.
Raquel é o que mostra e o que esconde. Raquel é tudo isto e muito mais.
Ah, quando for grande quero ser como ela!
Ah, quando for grande quero ser como ela!